Review Gigantes de Aço – Durante o combate metálico surge uma nova chance para pai e filho

Review Gigantes de Aço – Durante o combate metálico surge uma nova chance para pai e filho

Em 2020 Wolverine perde a costeleta, os X-mem perdem o gene X e só restam os sentinelas De cabelo diferente, sem adamantium e deixando de lado as caretas de Wolverine, Hugh Jackman encarna o papel de Charlie, um pai enrolado, ex-boxeador cheio de dívidas de jogo (lutas de robôs) que não conhece o filho de 11 anos, até que a mãe do garoto morre e o Estado lhe concede a guarda da criança, a tia rica deseja cuidar do menino e o tio negocia com Jackman a guarda por 100mil…

O plano era 50mil na hora e os outros 50 quando voltassem da viagem, entre desentendimentos e muita teimosia, pai e filho vão passando por várias enrascadas, se envolvem no submundo dos jogos enquanto perdem dinheiro e robôs, até que por um golpe de sorte (muita sorte mesmo) um velho robô segura Max antes que ele caia de um precipício no ferro-velho de robôs onde ambos procuram sucata para montar um novo lutador.

Max (Dakota Goyo) agradecido retira o robô da terra e começa a treiná-lo para lutar. A lata-velha retirada da terra não é própria para luta, um pequeno robô saco de pancadas, mal sabiam eles que era tudo o que precisavam para manter a família unida. Antigo, ágil e resistente Atom era um robô mímico e durante o decorrer é adaptado para seguir comandos de voz.

 Atom e Zeus

Atom é menor que todos os novos modelos, pai e filho começam a usar isso contra os adversários observando os movimentos, padrões e pontos fracos, eles montam várias táticas momentâneas para derrotar oponentes muito superiores, adquirindo experiência e prestígio rapidamente são convidados para a arena principal onde fica o campeão do mundo e de todo o “universo” conhecido. Enquanto isso o mais novo lutador desenvolvido do mundo é a máquina de destruição Zeus, cujo slogan é: – Aquilo que Zeus vê, Zeus mata! Uma máquina criada para detectar e aprender sozinha movimentos e padrões de luta. Enquanto Zeus destrói, Atom e Max encantam o público com danças robóticas dos anos 70 – 80 – no melhor estilo – break – it’s automatic – e a plateia começa a se identificar com o robô carismático mais humano que já apareceu…

Eu já estava achando o filme meio puxado para o Rocky Balboa vs Mason Dixon, quando a surpresa final dá o tiro de misericórdia (vê ai que você vai entender…)

Gostei do filme principalmente pelo Wolverine nem ter aparecido, a superação do Jackman, diferente desses atores que vemos por ai que só tem uma expressão (saber mudar a cada papel é raro hoje em dia!)

As partes mais emocionantes do filme são:

Dança do robô.

Hugh – Você achou que eu, você e um robozinho do ferro velho íamos ter um final feliz? Ah, qual é? O que você quer de mim?

Max – Eu quero que você lute por mim! É só isso que eu quero…

Max – Seu segredo está guardado comigo!

É Max… isso é o que todos querem, ninguém quer nem pode lutar sozinho, leve lenço… no final “todos chora!” Fica a dica, rs


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