Quarto Geek visita a Bienal do Livro RJ

Quarto Geek visita a Bienal do Livro RJ

Nosso post mais que atrasado!!! Mas melhor tarde do que nunca né.

Várias tribos, desde leitores, escritores, passando por não leitores, não escritores e afins se encontraram de 1 ao 11 de setembro nos pavilhões do Riocentro, haviam seguidores, fãs, escritores que quase foram rasgados na epopéia da busca pelo autógrafo enquanto alguns outros autores mais afortunados curtiam a paz do estande vazio apenas para si, seus livros e os vendedores, ilustres desconhecidos que foram fotografados apenas por estar dentro de uma área envolta em vidro.

Chegamos!!

Essa tia teve uma fila muito grande…

RPG, HQ, fantasia, aventura, romance, poesia, educação, notícia, moda, conceitos diferentes, entre outras coisas, tudo junto e misturado em um só lugar, praças de alimentação, muitos brindes, oportunidades de novos negócios e novas amizades. Em meio a todo este novo ambiente estavam alguns autores do Quarto Geek: Karen Paty; Deia Medeiros e; Douglas Ferreira.

Ensinando CardGame ao lado de Carlos Ruas no Stand DEVIR

Lançamento do livro: Um Sábado Qualquer

Karen Paty e Carlos Ruas

A nova onda do momento, que ainda não me pegou ou pegou mais ou menos, é a dos e-books (eu leio no PC, não no e-book, ainda), acompanhada de perto pelo conceito de metadata, ou seja, conjunto de dados sobre dados que facilitam encontrar os livros conforme Eduard Nawotka. No 2º CI CBL do Livro Digital, Craven deu exemplos de sucesso na área: Max Millan e Random House, sobre ficção científica enquanto Martha Gabriel discutia sobre livrarias, redes sociais, metadata e marketing. É a internet democratizando conteúdo, distribuindo em um clique conteúdo do romântico ao científico.

Disseram que isso era uma esquina, então houve um assato a mão desarmada…

Pose no espaço LIGHT

Smurfete?

Ranzinza de óculos?!?

Assim que se finge que lê!

– Mas e daí pra bienal, eu nem gosto de livros! Há pequenino gafanhoto, é dos livros e esboços que saem todo tipo de coisas, desde filmes, que hora são livros, hora história em quadrinhos até que chegue ao seu formato final, até programas e jogos, em um certo momento precisamos colocar as ideias em ordem para nos comunicar com o mundo exterior, mostrar a realidade de nossa mente a estranhos visitantes e a fala e a escrita ainda é a principal forma. Só pra citar um exemplo temos: A Divina Comédia – de Dante Alighieri,  que já virou quadrinhos, filme, anime e game! Quem não ouviu falar de Dante’s Inferno?

JOGO

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=zXLsINPh0MQ]

ANIME

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=xX8ZiEZKF7g]

Bom o livro, assim como seus derivados fala sobre Dante passando por três atos: Inferno, Purgatório e Céu (ajudando a afirmar a doutrina do purgatório na igreja católica da época), ele busca por sua amada enquanto ve todas as pessoas importantes da época presas em círculos que representam o pecado de cada uma delas, na realidade o livro é uma crítica aos famosos da época, como se hoje alguém chegasse e colocasse num livro que viu Lula no círculo dos omissos ou dos cúmplices, Lady Gaga no círculo da luxúria, e assim dava a oportunidade da pessoa pública e notoriamente conhecida de se arrepender e com isso chegar ao Céu.

Ainda bem que eu estava acompanhado, então tive que manter a “máscara” de pessoa normal, quando eu entrei na DEVIR, meu Deus… Obrigado por ter enviado a Patrícia e quando eu passei na frente das lojas dos quadrinhos, obrigado por estar na hora de pegar o ônibus de volta, muito obrigado Deus por também estar com pouco dinheiro e sem cartão, senão até Maurício de Sousa eu teria voltado a assinar…


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