[Dica de Leitura] Marés da Guerra – Christie Golden

[Dica de Leitura] Marés da Guerra – Christie Golden

A maga Jaina Proudmore, é uma pacificadora que milita pela paz entre Horda e Aliança, enquanto Azeroth recupera do abalo causado pelas forças de destruição de Garrosh, Grito Infernal, líder da Horda, que ainda tenta começar e vencer uma guerra.

Kalecgos, ex-aspecto Dragônico, se une à Jaina para encontrar um artefato perdido poderoso, a Íris Focalizadora. Jaina pede ajuda aos magos do Kirin Thor, mas estão totalmente cegos contra o ataque da Horda, que transformará para sempre a vida da maga pacifista.

Para quem joga World of Warcraft, essa história conta os fatos que dissipam as Brumas de Pandária. Entre paz, amor, vingança e guerra, a vida e a morte pedem passagem…

“Era quase a hora do crepúsculo, e os tons levemente cálidos da tarde se esvaíam em nuances mais frias de azul e púrpura. O ar estava salpicado de flocos rodopiantes e afiados de neve, que circulavam alto sobre Gelarra. Outras criaturas tremeriam e protegeriam os olhos, afofariam o pelo ou as penas, ou se embrulhariam melhor nos mantos. O grande dragão azul, cujas asas batiam num ritmo lento, não se incomodava com coisas como neve ou frio. Ele tinha alçado voo em busca do toque gélido e cristalino daquele vento frio na esperança, talvez fútil, de que assim conseguisse limpar os pensamentos e acalmar o espírito.”

“Kalecgos, mesmo sendo jovem do ponto de vista dos dragões, testemunhara mudanças tremendas ocorridas ao seu povo. Os dragões azuis já tinham sobrevivido a tantos percalços, assim lhe parecia. Tinham perdido duas vezes o amado Aspecto Malygos; primeiro para a insanidade, que durou milênios, e então, finalmente, para a morte. Era irônico e comovente que os azuis, os intelectuais e guardiões da magia arcana no mundo de Azeroth, fossem a Revoada mais afeita à ordem e à calma e, portanto, os dragões menos capazes de lidar com tanto caos.”

“Porém, mesmo em meio a todo o tumulto, seus corações tinham permanecido leais. O espírito da Revoada Dragônica Azul não tinha escolhido o caminho linha-dura representado por Arygos, o falecido herdeiro de sangue de Malygos, preferindo a trilha mais gentil e alegre que lhes foi oferecida por Kalecgos. E essa escolha provou ser a decisão correta. Na realidade, Arygos planejava trair a Revoada. O herdeiro prometera entregar todo o seu povo ao maligno e incrivelmente insano Asa da Morte, assim que eles lhe jurassem fidelidade. Só que os azuis acabaram se unindo aos vermelhos, verdes e bronzes, e também a um orc muito extraordinário, na luta para derrotar o monstro.”


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