Em 1941, junto a Jack Kirby, Joe Simon cria o Capitão América, nascido no Brooklin, representando o patriotismo Estado Unidense e tudo o que o país tinha de bom, o conceito do herói patriota surgiu de uma visita de um antigo militar a escola de Simon.
- Quando tinha oito anos, minha turma recebeu a visita de um ex-combatente da Guerra de Secessão. O idoso apertou a mão de cada criança no local e disse: “Deem a mão a quem a estendeu a Abraham Lincoln”. Isto me marcou para o resto da vida e foi assim que empreendi a busca por um super-herói para os Estados Unidos.
- Se os super-heróis ainda têm sucesso hoje em dia – em grande parte graças a sua exploração industrial no cinema – isso ocorre porque combinam poder e diversão. Se você tem superpoderes, pode enfrentar o mundo que te rodeia. Capitão América é outra vez popular porque o mundo está em um lugar muito perigoso, e é um herói que pode nos ajudar a atravessar momentos difíceis.
- Reconheço o personagem que Jack Kirby e eu criamos há 70 anos. Por um lado, porque um filme ocorre durante a , mas sobretudo porque volta à história original. É um dos motivos pelos quais este filme se parece com o que esperei durante décadas. Já era a hora!
Joe Simon
Na quarta feira (14/12/2011) aos 98 anos Joe faleceu, argumentista, desenhista e editor, amigo de Jack Kirby, com que trabalhou e criou diversos personagens, foi autor de Blue Bolt, The Sandman, The Newsboy Legion e The Boy Commandos, ajudou também a criar: o fantasma Casper, Richie Rich e Baby Huey, até que em 1999 passa a integrar o Will Eisner Comic Book Hall of Fame.
Avante Vingadores!













































