Amanhecer de Bella e Edward é ofuscado pela interação dos amigos de Jacob, a alcatéia de lobisomens de Crepúsculo

Alerta de SPOILER

Sim eu sei que tem muita gente que se amarra em mimimi, principalmente em se falando de Crepúsculo, assim como também acho estranha a história de vampiros que brilham, mas até a White Wolf tem seus “vampiros” diferentes, como aqueles azuis com sangue de fadas do Sabá, os Kiasyd

Mas vamos deixar os vampiros de lado, o que brilhou em Amanhecer foram realmente os lobos, nem a filha “Blade” de Edward e Bella, o casamento, o parto e muito menos a morte da atriz principal fizeram tanto sucesso quanto a interação entre os amigos de Jacob da reserva indígena, a atuação animal, a disputa pelo posto de Alfa do grupo, o abandono da comunidade, enfim, a linguagem corporal dos membros do grupo, submetendo-se ou enfrentando as ordens e decisões do líder.

Em nenhum outro filme de lobisomens vi esse tipo de comportamento! Nem no famigerado Anjos da Noite, que começou bem representando os lupinos mas que depois foram transformados em “robos de computação gráfica” para preencher parte do filme. O interessante na tribo “crepuscular” é quando se transformam em lobos e toda a política e forma de comunicação humana acaba e eles se parecem mais com os Garras Vermelhas (tribo de lobisomens que não suportam humanos e adoram o comportamento dos lobos selvagens) ou lobisomens que nasceram lupinos, a conversa é corporal, o diálogo é de garras, odores, uivos, dentes e pelos. Tanto que em um momento que pede maior calma, o “segundo namorado” de Bella se mantém em forma humana para um bate papo mais civilizado!

Amanhecer parte 1 (Breaking Dawn), um ótimo filme sobre cultura e vida dos garou lobisomens!

Deixe uma resposta